Nacionalidade Espanhola
Nacionalidade para espanhóis de origem
São considerados espanhóis de origem:
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Os nascidos de pai ou mãe espanhóis.
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Os nascidos na Espanha, filhos de pais estrangeiros, se pelo menos um dos pais tiver nascido na Espanha (excetuam-se os filhos de diplomatas).
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Os nascidos na Espanha, filhos de pais estrangeiros, se ambos forem apátridas ou se a legislação de nenhum dos dois atribuir nacionalidade ao filho. Nesse caso, pode ser iniciado um procedimento no Registro Civil do domicílio para declarar a nacionalidade espanhola com valor de simples presunção.
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Crianças nascidas na Espanha, cujos pais sejam desconhecidos. Presume-se que são nascidos na Espanha os menores cujo primeiro local conhecido de estadia seja território espanhol.
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Também são espanhóis de origem os menores de 18 anos adotados por um cidadão espanhol. Se o adotado tiver mais de 18 anos, poderá optar pela nacionalidade espanhola de origem no prazo de dois anos a partir da constituição da adoção.
Nacionalidade por posse de estado
Terá direito à nacionalidade espanhola a pessoa que a tenha possuído e utilizado por dez anos, de forma contínua e de boa-fé (sem saber que não era de fato espanhola), com base em um título inscrito no Registro Civil.
A nacionalidade espanhola não se perderá mesmo que o título inscrito seja anulado. A pessoa interessada deverá ter mantido uma conduta ativa na posse e uso da nacionalidade, ou seja, ter se comportado como espanhola tanto no exercício de seus direitos quanto no cumprimento de seus deveres perante o Estado espanhol.
Nacionalidade por opção
A opção é um benefício que a legislação espanhola oferece a estrangeiros em determinadas situações, para que possam adquirir a nacionalidade espanhola. Terão direito a adquiri-la:
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As pessoas que estejam ou tenham estado sujeitas ao poder parental de um espanhol. Esse direito caduca aos 20 anos de idade, salvo se a legislação pessoal do interessado fixar a maioridade após os 18 anos; nesse caso, o prazo será de dois anos a partir da maioridade.
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Aqueles cujo pai ou mãe tenha sido espanhol e nascido na Espanha.
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Aqueles cuja filiação ou nascimento na Espanha seja determinada após os 18 anos de idade. Nesses casos, o prazo para exercer a opção será de dois anos a partir da determinação.
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Aqueles cuja adoção por espanhóis ocorra após os 18 anos. O direito de opção existirá até que se completem dois anos a partir da constituição da adoção.
Nacionalidade por residência
Essa forma de aquisição exige residência legal, contínua e imediatamente anterior ao pedido, por dez anos na Espanha. Existem exceções em que o prazo de residência é reduzido:
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Cinco anos: para pessoas reconhecidas como refugiadas.
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Dois anos: para nacionais de países ibero-americanos, Andorra, Filipinas, Guiné Equatorial, Portugal ou pessoas de origem sefardita.
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Um ano:
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Aqueles nascidos em território espanhol.
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Aqueles que não exerceram devidamente o direito à nacionalidade por opção.
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Aqueles que estiveram sob tutela legal, guarda ou acolhimento de um cidadão ou instituição espanhola por dois anos consecutivos, inclusive se ainda estiverem nessa condição no momento do pedido (desde que haja decisão judicial ou administrativa reconhecendo o acolhimento).
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Aqueles que, no momento da solicitação, estejam casados há um ano com um cidadão espanhol, sem separação legal ou de fato.
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O viúvo ou viúva de espanhol(a), desde que não estivesse separado(a) no momento do falecimento.
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Aqueles nascidos fora da Espanha, filhos ou netos de espanhóis de origem, mesmo que todos tenham nascido fora da Espanha.
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Nacionalidade por carta de natureza
Essa forma de aquisição da nacionalidade tem caráter gracioso e não está sujeita às normas gerais do procedimento administrativo. Será concedida ou não de forma discricionária pelo Governo, mediante Decreto Real, após avaliação de circunstâncias excepcionais.
Perda e conservação da nacionalidade espanhola
Como se perde a nacionalidade?
Perderão a nacionalidade espanhola:
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Aqueles que, estando emancipados, residam no estrangeiro e adquiram voluntariamente outra nacionalidade. Poderão evitar a perda se, no prazo de três anos, declararem a vontade de conservar a nacionalidade espanhola. A aquisição de nacionalidade de países ibero-americanos, Andorra, Filipinas, Guiné Equatorial ou Portugal não implica perda automática da nacionalidade espanhola.
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Aqueles emancipados, residentes no estrangeiro, que durante três anos usem exclusivamente a nacionalidade que possuíam antes da emancipação. A perda também pode ser evitada com declaração no mesmo prazo.
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Espanhóis emancipados que possuam outra nacionalidade, residam habitualmente no exterior e renunciem voluntariamente à nacionalidade espanhola.
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Espanhóis nascidos no estrangeiro, de pai ou mãe também nascidos fora da Espanha, perderão a nacionalidade se, no prazo de três anos a partir da emancipação ou maioridade, não declararem a vontade de conservá-la.
Espanhóis não originários (ex. naturalizados por residência) perderão a nacionalidade se:
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Após a aquisição, usarem por três anos a nacionalidade à qual haviam renunciado.
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Entrarem voluntariamente no serviço militar de um país estrangeiro ou exercerem cargo político em outro Estado, contra proibição expressa do governo espanhol.
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Uma sentença judicial declarar que houve fraude, omissão ou falsidade na aquisição da nacionalidade.
Onde declarar a conservação da nacionalidade
A declaração deve ser feita nos Consulados da Espanha no exterior, que desempenham funções de Registro Civil.
Recuperação da nacionalidade espanhola
Como recuperar a nacionalidade?
A nacionalidade espanhola pode ser recuperada conforme o art. 26 do Código Civil, desde que os seguintes requisitos sejam cumpridos:
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O interessado deve ser residente legal na Espanha. Esse requisito não se aplica a emigrantes nem aos filhos de emigrantes. O Ministro da Justiça poderá dispensá-lo em casos excepcionais (ex: pessoas que tenham prestado serviços benéficos a interesses ou instituições espanholas — Ordem Ministerial de 11/07/1991, BOE de 24/07/1991).
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O interessado deverá declarar, perante o Responsável do Registro Civil, a vontade de recuperar a nacionalidade espanhola.
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A recuperação deve ser registrada no Registro Civil.
Quando é necessária a autorização prévia do Governo?
A autorização é necessária quando a nacionalidade foi perdida por pessoas não originárias da Espanha, nos seguintes casos:
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Quando usarem, por três anos, a nacionalidade que haviam renunciado ao adquirir a espanhola.
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Quando entrarem voluntariamente para as forças armadas estrangeiras ou exercerem cargo político no exterior, contra proibição expressa do Governo espanhol.
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Quando uma sentença firme declarar que houve fraude, omissão ou falsidade na aquisição.
Onde solicitar a recuperação
O pedido deve ser apresentado no Registro Civil do domicílio do interessado. Os Consulados da Espanha no exterior também exercem funções de Registro Civil.
Onde obter o formulário
Pode ser obtido no Registro Civil local ou no Consulado.
Nacionalidad para españoles de origen
Son españoles de origen:
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Los nacidos de padre o madre española.
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Los nacidos en España cuando sean hijos de padres extranjeros si, al menos uno de los padres, ha nacido en España (se exceptúan los hijos de diplomáticos).
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Los nacidos en España de padres extranjeros, si ambos carecen de nacionalidad (apátridas), o si la legislación de ninguno de ellos atribuye al hijo una nacionalidad. En este caso puede realizarse un expediente en el Registro Civil de su domicilio para declarar la nacionalidad española con valor de simple presunción.
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Los niños nacidos en España de cuyos padres se desconoce la identidad. Se presumen nacidos en España los menores cuyo primer lugar de estancia conocido sea territorio español.
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Son también españoles de origen los menores de 18 años que sean adoptados por un español. Si el adoptado es mayor de 18 años, podrá optar por la nacionalidad española de origen en el plazo de dos años a partir de la constitución de la adopción.
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Nacionalidad por posesión de estado
Tendrá derecho a la nacionalidad española aquella persona que haya poseído y utilizado esta nacionalidad durante diez años, de forma continuada, de buena fe (sin que tenga conocimiento de la situación real, es decir, de que no es español en realidad), en base a un título inscrito en el Registro Civil.
La nacionalidad española no se perderá aunque se anule el título inscrito en el Registro Civil. El interesado debe haber mantenido una actitud activa en dicha posesión y utilización de la nacionalidad española, lo que significa que deberá haberse comportado teniéndose a sí mismo por español, tanto en el disfrute de sus derechos como en el cumplimiento de sus deberes en relación con órganos del Estado español.
Nacionalidad por opción
La opción es un beneficio que nuestra legislación ofrece a extranjeros que se encuentran en determinadas condiciones, para que adquieran la nacionalidad española. Tendrán derecho a adquirir la nacionalidad española por esta vía:
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Aquellas personas que estén o hayan estado sujetos a la patria potestad de un español. Esta posibilidad caduca cuando el interesado cumple 20 años, salvo que por su ley personal el interesado no adquiera la mayoría de edad a los 18 años, en cuyo caso el plazo será de dos años desde que adquiera la mayoría de edad.
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Aquellas personas cuyo padre o madre hubiera sido español y hubiera nacido en España.
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Aquellas personas cuya determinación de la filiación (la determinación de la filiación significa establecer quiénes son los padres de una persona) o nacimiento en España se produzca después de los dieciocho años de edad. En este supuesto, el plazo para optar a la nacionalidad es de dos años desde que se determina la filiación o el nacimiento.
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Aquellas personas cuya adopción por españoles se produzca después de los dieciocho años de edad. En este caso, el derecho a optar existe hasta que transcurra el plazo de dos años a partir de la constitución de la adopción.
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Nacionalidad por residencia
Esta forma de adquisición de la nacionalidad exige la residencia de la persona en España durante diez años de forma legal, continuada e inmediatamente anterior a la petición. Existen casos en los que el período de residencia exigido se reduce; estos son:
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Cinco años: para la concesión de la nacionalidad española a aquellas personas que hayan obtenido la condición de refugiado.
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Dos años: para los nacionales de países iberoamericanos, Andorra, Filipinas, Guinea Ecuatorial, Portugal o personas de origen sefardí.
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Un año:
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El que haya nacido en territorio español.
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El que no ejerció debidamente su derecho a adquirir la nacionalidad española por opción.
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El que haya estado sujeto legalmente a la tutela (bajo la vigilancia de un tutor), guarda o acogimiento (el acogimiento que permite la reducción de residencia legal a un año es aquel en que existe resolución de la entidad pública que tenga en cada territorio encomendada la protección de menores y los acogimientos que estén judicialmente reconocidos) de un ciudadano o institución españoles durante dos años consecutivos, incluso si continuare en esta situación en el momento de la solicitud.
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El que, en el momento de la solicitud, lleve un año casado con un español o española y no esté separado legalmente o de hecho.
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El viudo o viuda de española o español, si en el momento de la muerte del cónyuge no estaban separados, de hecho o judicialmente.
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El nacido fuera de España de padre o madre (nacidos también fuera de España), abuelo o abuela, siempre que todos ellos originariamente hubieran sido españoles.
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Nacionalidad por carta de naturaleza
Esta forma de adquisición de la nacionalidad tiene carácter graciable y no se sujeta a las normas generales de procedimiento administrativo. Será otorgada o no discrecionalmente por el Gobierno mediante Real Decreto, tras valorar la concurrencia de circunstancias excepcionales.
Pérdida y conservación de la nacionalidad Española
¿Cómo se pierde la nacionalidad?
Los españoles perderán la nacionalidad cuando:
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Estén emancipados, residan en el extranjero y adquieran voluntariamente otra nacionalidad. Pueden evitar esta pérdida si en el plazo de tres años declaran su voluntad de conservar su nacionalidad. La adquisición de la nacionalidad de países iberoamericanos, Andorra, Filipinas, Guinea Ecuatorial o Portugal no es suficiente para producir por esta causa la pérdida de la nacionalidad española.
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Estén emancipados, residan en el extranjero y durante tres años utilicen exclusivamente la nacionalidad que tuvieran atribuida antes de la emancipación. Pueden evitar esta pérdida si en el plazo de tres años declaran su voluntad de conservar su nacionalidad. La adquisición de la nacionalidad de países iberoamericanos, Andorra, Filipinas, Guinea Ecuatorial o Portugal no es suficiente para producir por esta causa la pérdida de la nacionalidad española.
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Los españoles emancipados que tengan otra nacionalidad, residan habitualmente en el extranjero y renuncien voluntariamente a ella.
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En el caso de españoles que hayan nacido en el extranjero y sean españoles por haber nacido de padre o madre español/a también nacido en el extranjero, perderán la nacionalidad española si en el plazo de tres años desde la emancipación o mayoría de edad no declaran su voluntad de conservar la nacionalidad española.
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Los españoles que no lo sean de origen (por ejemplo, los que han adquirido la nacionalidad española por residencia) perderán la nacionalidad española si:
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Después de adquirir la nacionalidad española utilizan durante un plazo de tres años la nacionalidad a la que hubieran renunciado al adquirir la española.
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Cuando entren voluntariamente al servicio de las armas o ejerzan un cargo político en un Estado extranjero contra la expresa prohibición del gobierno.
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Cuando una sentencia declare que el interesado incurrió en falsedad, ocultación o fraude en la adquisición de la nacionalidad española.
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Lugar donde realizar la declaración de conservación
Los Consulados españoles en el extranjero realizan funciones de Registro Civil.
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Recuperación de la Nacionalidad Española
¿Cómo se recupera la nacionalidad?
Una vez perdida la nacionalidad española existe la posibilidad de recuperarla (art. 26 del Código Civil); para ello será necesario cumplir los siguientes requisitos:
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El interesado debe ser residente legal en España. Sin embargo, este requisito no será de aplicación a los emigrantes ni a los hijos de emigrantes. Además, podrá ser dispensado de este requisito por el Ministro de Justicia, cuando concurran circunstancias excepcionales (ej: personas que hayan realizado actividades benéficas en favor de intereses o asociaciones españolas, Orden del Ministerio de Justicia de 11 de julio de 1991, BOE de 24 de julio de 1991).
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El interesado deberá declarar ante el Encargado del Registro Civil su voluntad de recuperar la nacionalidad española.
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Deberá inscribirse la recuperación de la nacionalidad en el Registro Civil.
¿Cuándo es necesaria la previa habilitación del Gobierno para recuperar la nacionalidad española?
Será necesaria la previa habilitación del Gobierno para recuperar la nacionalidad española cuando la hubieran perdido españoles que no lo hubieran sido de origen y la pérdida se hubiera producido por alguna de las siguientes causas:
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Los que por un período de tres años utilicen exclusivamente la nacionalidad a la que hubieran declarado renunciar al adquirir la nacionalidad española.
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Los que entren voluntariamente al servicio de las armas o ejerzan un cargo político en un Estado extranjero contra la prohibición expresa del Gobierno.
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Cuando la sentencia firme declare que el interesado ha incurrido en falsedad, ocultación o fraude en la adquisición de la nacionalidad española.
Lugar donde solicitar la recuperación de la nacionalidad española
La presentación de la solicitud ha de realizarse en el Registro Civil de su domicilio. Los Consulados de España realizan funciones de Registro Civil.
Obtención de la solicitud
Puede obtener la solicitud en el Registro Civil de su domicilio o en el Consulado.
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